
Dhaílla é da cidade de Panamá - Go, mas foi em Rio Verde que ela encontrou a terra prometida do leite e do mel. Chegou em 2009 e nunca mais quis ir embora. Uma cidade próspera, que cresceu junto com ela e que hoje chama de sua com muito orgulho.
A história de trabalho começou cedo, bem cedo. Aos 10 anos já era babá de suas primas. Dos 11 aos 19, vendedora na boutique da avó, aprendendo desde menina o que é atender, encantar e construir relação com o cliente.
Dos 20 aos 35, empresária. Ao lado do marido, tocou uma empresa no ramo da construção civil e supermercado, por anos uma escola completa de gestão, responsabilidade e resiliência. Quando a empresa veio a fechar, o chão chacoalhou. Mas foi exatamente nesse momento que uma nova porta se abriu.
A profissão de Corretora de imóveis ocorreu em 2021 e não partiu dela a escolha, partiu do seu marido com visão em seu potencial junto a seu tio , que já conheciam o setor imobiliário de Rio Verde e viu nela o perfil certo para a profissão. Uma indicação que veio de fora, mas que encontrou dentro dela uma confirmação que ela reconhece como de Deus.
E quem olha para a trajetória entende por quê: graduada em Administração, com formação em Matemática Financeira e mais de uma década como empresária na construção civil, Dhaílla chegou ao mercado imobiliário com uma bagagem que poucos corretores têm.
Desde janeiro de 2024 na Peixoto Imóveis, é uma profissional que conduz decisões importantes com segurança, confiança e foco em resultado. Quando fecha um negócio, cresce. Quando não fecha, analisa, aprende e cresce também. Não tem resultado ruim para quem tem essa mentalidade.
Mãe de três filhos, serve em vários setores da sua igreja , faz academia três vezes por semana e ainda cuida da casa com muito zelo e carinho, com aquele sorriso de quem sabe que o dia tem exatamente o tamanho que a gente resolve dar a ele.
E tem um momento que pouca gente conhece, guardado quase como um segredo sagrado: Dhaílla ora em silêncio enquanto trabalha, fone no ouvido, louvores favoritos tocando baixinho, e o terço em seu bolso, sempre. Não é ritual, é fundação. É daí que vem a força para conduzir cada cliente, cada negociação, cada decisão com a serenidade de quem sabe que nada acontece por acaso.
Quando vê a alegria no olhar de quem confiou nela, sente que está no lugar certo. Quando recebe uma indicação, tem a confirmação de que o trabalho fala por si. E quando o dia fecha, com ou sem negócio, o terço no bolso lembra que tudo acontece porque Deus permite. E ela nunca esquece disso.
