
Alessandro é de Rio Verde, engenheiro civil de formação, e corretor de imóveis por escolha.
A trajetória acadêmica foi séria e comprometida: graduação em Engenharia Civil, estágios no Yes Park e na Unimed da José Walter, experiência prática em obra desde cedo. Mas foi no meio da faculdade que algo mudou. O ramo comercial apareceu, despertou um interesse que a engenharia sozinha não estava despertando, e ele não ignorou o sinal. Tirou o CRECI ainda na graduação, um pé em cada mundo, esperando ver qual chamaria mais alto.
A resposta veio no sétimo período. A obra da Unimed tinha terminado, ele estava desempregado e buscando o próximo passo. Encontrou um curso para corretores na HF Engenharia, vislumbrando inicialmente uma possível vaga em obra. Mas o horizonte foi abrindo. Fez pesquisas, olhou o mercado, avaliou as opções — e tomou uma decisão que não foi por acaso: queria trabalhar na melhor imobiliária de Rio Verde. Depois de analisar, a resposta foi clara. A Peixoto tinha não só o histórico, mas o potencial e a sede de crescimento que ele queria acompanhar de perto. Chegou, ficou, e está há pouco mais de um ano como corretor de imóveis.
A família é o porto seguro de sempre: mãe, pai, irmã e avós, ainda não constituiu família própria, mas é o tipo que faz questão de estar perto de quem ama. Fora do trabalho, a rotina mistura musculação, futebol com os amigos e música. E uma novidade recente que entrou com tudo na lista de paixões: o kart. A adrenalina da pista como contraponto à precisão do dia a dia.
O que poucos sabem, e ele mesmo relativiza com bom humor, jurando que não é bem um talento, é que toca violão. Uma habilidade guardada com modéstia por alguém que, na vida profissional, não tem o menor problema em se colocar à frente.
No trabalho, o que mais o move é o vínculo. Não apenas fechar um negócio, mas fazer parte do crescimento pessoal do cliente ou da família. A confiança construída depois de uma negociação bem-sucedida é, para ele, o maior resultado que existe. Um engenheiro que aprendeu que a construção mais importante não é a da obra, é a da relação.
